Vídeo mostra tentativa de socorro a mulher morta após procedimento estético em SP

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Moradora de Jardim (MS) havia passado por lifting facial dias antes e foi à clínica para dar continuidade a procedimento no quadríceps, nas coxas

Obtido pela Jovem PanRoseli é atendida em recepção de prédio antes de morrer
Roseli é atendida em recepção de prédio antes de morrer

A Polícia Civil de São Paulo investiga a morte de Roseli Fernandes de Oliveira Romero Vieira, moradora da cidade de Jardim, no Mato Grosso do Sul, após a realização de um procedimento estético em uma clínica localizada no edifício Brooklyn Office, na capital paulista.

De acordo com o boletim de ocorrência, Roseli viajou para São Paulo para realizar procedimentos estéticos com a médica Tábita Nunes Marcolino Jorge. Na última sexta-feira (22), ela já havia passado por um lifting facial com outra profissional, sem apresentar complicações iniciais.

Na segunda-feira, Roseli realizou um procedimento estético na região dos glúteos e na parte posterior das coxas. Segundo depoimento prestado pela médica à polícia, a paciente retornaria à clínica na terça-feira para dar continuidade ao procedimento na região do quadríceps, nas coxas.

 

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Ainda conforme o registro policial, Roseli teria conhecido a profissional pelas redes sociais. A médica possui mais de 100 mil seguidores no Instagram e se apresenta como especialista em harmonização glútea. O perfil dela agora é privado.

A filha Roseli relatou que ela começou a passar mal na manhã desta terça-feira, um dia após a aplicação de PMMA, substância conhecida pelo uso em procedimentos de preenchimento corporal, nos glúteos e coxas.

Imagens de câmeras de segurança mostram que a paciente já chegou desacordada à clínica. Ela estava em deslocamento do hotel onde estava hospedada para o local do atendimento quando passou mal dentro de um carro de aplicativo.

A médica tentou realizar manobras de reanimação, mas Roseli não resistiu e morreu por volta das 10h da manhã.

O caso foi registrado pela Polícia Civil como homicídio culposo por suposta inobservância de regra técnica de profissão, além de morte suspeita e morte acidental.

No depoimento prestado às autoridades, Tábita Nunes Marcolino Jorge afirmou ter aplicado 300 ml de PMMA em Roseli. A médica também declarou que a paciente havia apresentado exames sem alterações antes da realização do procedimento.

Segundo informações apuradas no boletim de ocorrência, Tábita não possui residência médica em dermatologia.

A coluna procurou a médica para falar sobre o caso, mas ainda não obteve retorno. O espaço segue aberto para atualização.

*Esse texto não reflete, necessariamente, a opinião da Jovem Pan.





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