
Grêmio tentou Lingard, mas negociação não avançou
O Grêmio buscou a contratação de Jesse Lingard no mercado recente, mas as tratativas não avançaram. O meia-atacante inglês, hoje no Corinthians, entrou no radar do clube em um cenário de oportunidade, mas a negociação não evoluiu.
A investida aconteceu em um momento em que poucas janelas seguiam abertas no futebol mundial. O Brasil aparecia como alternativa viável, o que colocou o nome de Lingard em pauta no Tricolor.
Leia mais
Grêmio vê cobrança crescer e situação de Alex Leitão gera debate nos bastidores
Grêmio coloca valores em jovens e movimenta mercado com Gustavo Martins na mira
A informação ganhou força a partir de bastidores revelados por Fernando Martins, empresário de Carlos Vinícius.
Relação com Carlos Vinícius influenciou contato
O elo entre Grêmio e Lingard surgiu a partir da relação com Carlos Vinícius. O centroavante gremista tem proximidade com o inglês, construída no futebol europeu, e participou da avaliação inicial sobre o nome.
Fernando Martins detalhou o cenário:
“Eu vi que o Lingard estava no mercado, e a maioria das janelas já estavam fechadas. O Brasil era um dos poucos mercados abertos. Então, perguntei ao Vini: o que acha do Lingard no Grêmio?”
A consulta abriu caminho para um movimento inicial do clube. Mesmo assim, o negócio não avançou para etapas mais concretas.
Cenário do Grêmio no mercado
O episódio mostra como o Grêmio segue atento a oportunidades, especialmente em casos de atletas livres ou com situação contratual específica. A direção mantém a estratégia de avaliar nomes com potencial de impacto imediato.
Ao mesmo tempo, o clube adota cautela financeira. A política recente evita investimentos considerados fora da realidade atual, principalmente em contratações de alto custo salarial. A tentativa por Lingard se encaixa nesse perfil: uma oportunidade de mercado, mas com obstáculos naturais.
O Grêmio segue no mercado em busca de reforços pontuais para a sequência da temporada. Com calendário cheio e disputas em diferentes competições, a direção mantém o foco em equilibrar competitividade e responsabilidade financeira.
