Por três vezes, Dustin Poirier e Conor McGregor se encontraram dentro do octógono do UFC, a primeira delas vencida pelo irlandês e as duas outras pelo americano. Inclusive a mais recente foi justamente a luta em que o irlandês acabou fraturando a perna e resultando em seu longo afastamento do mundo do MMA.
Agora, o ‘Notorious’ estará de volta à ação em julho, para enfrentar Max Holloway no UFC 329 enquanto o ‘Diamond’ recentemente decidiu encerrar sua carreira no esporte. Mas será que o lutador tomaria o mesmo rumo de um de seus maiores rivais e retomar sua trajetória no MMA?
Ao podcast ‘Weighing In’, Poirier afirmou que até consideraria a possibilidade de poder ter a quadrilogia com McGregor. No entanto, para que tal quarto duelo contra o irlandês pudesse acontecer, teria que ser, na visão do americano, algo ‘realístico’ de seu considerar em termos de proposta.
– Se fosse algo realístico, e eles me chamassem, eu poderia voltar a deixar que me testassem novamente (referindo-se ao antidoping do Ultimate) e até conseguir uma licença – disse o ‘Diamond’.
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Sendo o último rival de McGregor e também tendo encarado a Holloway (o havaiano foi seu último adversário no MMA, sendo derrotado por ele em julho de 2025), Dustin Poirier tem experiência de sobra para opinar sobre o duelo do UFC 329. Em sua análise, acredita que o irlandês tem boas chances de ter ainda alguns fatores que o ajudaram em sua escalada para virar o grande astro do esporte.
– Não acho que o Conor vai se sair tão mal quanto o Nate (Diaz, mencionando a luta deste com Mike Perry pela MVP). Acho que ele ainda terá potência nos socos dele. Ele está voltando de lesão e ainda vai ter aquela potência natural. Então, a questão será se ele terá ainda o ‘timing’, a movimentação. Todas essas questões que precisam ser respondidas – declarou Poirier.
– Como ainda não o vimos, então não posso saber. Se o timing e o contragolpe dele estiverem próximos ao que estavam, o Conor tem uma chance de vencer o Max. Eu gosto do Max, mas com a longevidade que ele teve na carreira, ele foi para a lona nas três últimas lutas. É mais do que ele recebeu na carreira toda. Acho que ele está finalmente sentindo o peso do tempo. Ele ainda é jovem, mas leva muita porrada e o Conor sabe bater. Não importa quanto tempo ele esteve fora, o Conor tem algo que ainda o coloca na luta, e isso é força do soco dele – completou.

