Marcela Mc Gowan revela mudança nas próteses após emagrecer: “Meu silicone enrugou”

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A gata Marcela Mc Gowan descobriu, da maneira mais moderna possível, que emagrecer muito também pode trazer uma pequena reviravolta estética.

A ex-BBB contou nas redes sociais que percebeu mudanças nas próteses de silicone depois da perda de peso e revelou ter desenvolvido o chamado “rippling”, nome chique para aquelas ondulações que aparecem ou podem ser sentidas na lateral das mamas.

E claro que bastou ela tocar no assunto para a internet inteira virar especialista em silicone em menos de cinco minutos.

“Meu silicone aconteceu algo chamado rippling, que é quando ele tipo enruga na lateral. Como eu emagreci muito, fica muito evidente. Não tem risco nenhum, mas, para resolver, só com cirurgia”, explicou Marcela aos seguidores.

O detalhe é que a médica vive justamente a fase pré-casamento com Luísa Martins, o que deixa qualquer ideia de nova cirurgia um pouco menos charmosa no momento. Porque entre a prova de vestido e lista de convidados, ninguém sonha em encaixar recuperação pós-operatória na agenda.

Segundo o cirurgião plástico Dr. Carlos Tagliari, o tal rippling é mais comum do que muita gente imagina, especialmente em mulheres que emagrecem bastante depois de colocar silicone.

“O rippling acontece quando a prótese fica mais aparente por baixo da pele, criando pequenas ondulações que podem ser vistas ou sentidas. Isso é mais frequente em pacientes muito magras ou que emagrecem rápido, porque diminui a camada de gordura que ajudava a camuflar o implante”, explica.

Ou seja: o silicone continua lá quietinho, mas com menos gordura cobrindo, ele resolve começar a aparecer mais do que deveria. Quase um “oi, sumida” anatômico.

Mas calma, porque segundo o médico, apesar do desconforto estético e do mini desespero feminino diante do espelho com luz branca, o problema normalmente não representa risco à saúde.

“Não significa que a prótese rompeu ou que exista algo grave acontecendo. Na maioria das vezes, é uma questão visual mesmo. O incômodo maior costuma ser na autoestima da paciente”, afirma.

E como nesse universo de beleza nada nunca é simples, o tratamento varia bastante. “Existem situações em que conseguimos melhorar trocando o plano da prótese, escolhendo outro formato ou associando enxerto de gordura para dar uma cobertura maior. Cada paciente precisa ser avaliada de forma individual, porque não existe uma solução única”, completa Dr. Carlos.

O caso de Marcela também serve de exemplo para uma tendência cada vez mais comum nos consultórios: mulheres que fizeram procedimentos há anos e agora estão repensando escolhas antigas depois de gravidez, emagrecimento ou simplesmente porque mudaram a relação com o próprio corpo.

“Hoje as pacientes chegam muito mais informadas e conscientes. Muitas vezes não é uma busca por aumentar volume, mas por naturalidade, conforto e harmonia com a fase atual da vida”, finaliza o médico.

No fundo, minha amiga, a era do silicone “cheguei primeiro que todo mundo no camarote” parece estar dando espaço para outra estética: a da mulher que quer se sentir bonita sem precisar sofrer em 4K toda vez que coloca um biquíni.



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