Meia do Confiança e ex-Grêmio revela detalhes sobre passagem: “Não estava preparado”

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Imagem: Lucas Uebel / Grêmio

Patrick reencontra Grêmio, admite erros e destaca evolução

O meia Patrick, hoje no Confiança, reencontrou o Grêmio na vitória tricolor por 2 a 0 pela Copa do Brasil e aproveitou o pós-jogo para fazer uma leitura direta da própria trajetória.

Revelado na base gremista, o jogador atuou como titular em parte do Gauchão de 2018, mas não conseguiu sequência no elenco principal.

Reencontro com o clube formador

Após o apito final, Patrick destacou o peso do Grêmio na carreira e o impacto da formação no clube.

“É muito bom rever esse clube gigante, que me formou. Todo jogador sonha em chegar aqui. Sou grato pela oportunidade”, afirmou.

O meia atuou na partida dentro de um sistema mais reativo, ajudando na recomposição em bloco baixo e tentando acelerar a transição do Confiança.

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Autocrítica e leitura de carreira

O ponto central da entrevista foi a autocrítica. Patrick admitiu que não estava pronto quando recebeu as primeiras chances no profissional.

“Estou mais maduro. Tive oportunidades, mas não aproveitei. Era um grupo que vencia muito e a régua era alta. Eu não me sentia preparado”, declarou.

Na época, o elenco tinha forte concorrência interna, com nomes como Pepê, Jean Pyerre e Matheus Henrique disputando espaço.

Rodagem e evolução fora do Grêmio

Sem sequência, Patrick entrou em ciclo de empréstimos para ganhar minutagem e ajustar a transição física.

O meia passou por clubes como Criciúma, Brasil de Pelotas, Brusque e Volta Redonda, além de experiência no futebol europeu, pelo Santa Clara.

Hoje, com mais rodagem, atua com maior entendimento tático, melhor leitura de jogo e participação mais consistente sem bola.

Contexto do jogo

Dentro de campo, o Grêmio controlou a partida e venceu por 2 a 0, com gols de Carlos Vinícius e Amuzu, abrindo vantagem no confronto da quinta fase da Copa do Brasil .

Patrick atuou centralizado, tentando organizar o jogo do Confiança, mas com dificuldade diante do controle gremista na posse e no volume ofensivo.

Relação mantida com o clube

Mesmo fora do Tricolor, o meia deixou claro que mantém vínculo emocional com o clube.

“Torço muito pelo Grêmio. Sempre vou torcer”, completou.



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