OMS mantém classificação de ‘risco baixo’ a cruzeiro com casos de hantavírus

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A embarcação atraca na Holanda na segunda-feira (18), onde desembarcarão a tripulação e integrantes da equipe médica

AFP Esta imagem aérea mostra uma vista geral do navio de cruzeiro MV Hondius atracado ao largo do porto de Praia, capital de Cabo Verde, em 3 de maio de 2026. Um surto de "doença respiratória aguda grave" a bordo de um navio de cruzeiro no Atlântico deixou duas pessoas mortas e uma terceira em terapia intensiva em Joanesburgo, informou o Ministério da Saúde da África do Sul à AFP em 3 de maio de 2026. O surto ocorreu no MV Hondius, que viajava de Ushuaia, na Argentina, para Cabo Verde. O paciente em tratamento em Joanesburgo testou positivo para hantavírus, uma família de vírus que pode causar febre hemorrágica, disse o porta-voz sul-africano Foster Mohale. Conteúdo relacionado
No início de maio, foi detectado surto de hantavírus no cruzeiro Hondius

A Organização Mundial da Saúde (OMS) manteve neste domingo (17) a avaliação de “risco baixo” em relação às contaminações por hantavírus detectadas no cruzeiro Hondius. A embarcação, que despertou preocupação mundial após o surgimento do foco para a doença, deve atracar em Roterdã, na Holanda, na segunda-feira (18) a partir das 5h (horário de Brasília).

Lá desembarcarão as 27 pessoas que continuam a bordo: 25 funcionários da tripulação e dois integrantes da equipe médica.

“O risco para a saúde pública foi reavaliado à luz das informações mais recentes disponíveis, e o risco global continua baixo“, anunciou a OMS em um boletim.

A OMS acrescentou que “embora outros casos possam continuar a surgir entre os passageiros e integrantes da tripulação“, o risco de transmissão “deverá diminuir após o desembarque e a aplicação de medidas de controle”.

O surto de hantavírus, um vírus raro para o qual não existe nem vacina nem tratamento específico, causou três mortes e obrigou as autoridades de cerca de vinte países a manter sob vigilância os casos suspeitos e seus contatos. Segundo a OMS, o contágio entre humanos requer um contato muito próximo.





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