Declaração foi dada nesta quinta-feira (7) após encontro que durou três horas na Casa Branca entre Lula e Trump

Márcio Elias Rosa, Ministro do Desenvolvimento, Indústria, Comércio e Serviço, afirmous que representantes do Brasil e Estados Unidos devem se encontrar nos próximos 30 dias para tratar das sobretaxas americanas a produtos brasileiros.
A declaração foi dada na embaixada do Brasil em Washington, nesta quinta-feira (7), após encontro entre Lula e o presidente americano, Donald Trump na Casa Branca. Ele classificou o encontro como muito positivo.
O Ministro das Relações Exteriores também disse que a reunião foi muito boa. Segundo Vieira, foram dicutidos temas relativos ao comércio bilateral e as taxas impostas pelos americanos, além do crime organizado e minerais raros, segundo ele “em clima amistoso”.
Trump afirmou que a reunião com o chefe do Executivo brasileiro “foi muito boa”. O republicano postou na Truth Social que foram discutidos diversos temas, “incluindo, comércio e, especificamente, tarifas”.
Havia a expectativa de Lula e Trump falarem à imprensa após a reunião na Casa Branca. Entretanto, os chefes de Estado cancelaram o momento.

Ele também mencionou que encontros adicionais podem ser marcados nos próximos meses. Lula chegou à Casa Branca mais cedo e foi recebido por Trump. A conversa aconteceu interamente a portas fechadas.
No vídeo da chegada, é possível ver Lula descendo do carro presidencial e caminhando em direção a Trump. Eles se cumprimentam antes de entrarem na Casa Branca. Veja:
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Um outro vídeo divulgado nas redes sociais de Lula mostra o momento completo da chegada do brasileiro à Casa Branca e o cumprimento de Donald Trump. Veja:
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De acordo com apuração da Jovem Pan, a reunião desta quinta-feira foi construída longe dos holofotes – e cercada de cautela dos dois lados. Mais do que uma visita diplomática de rotina, o encontro foi tratado por interlocutores como um teste de viabilidade política para uma relação que combina interesses estratégicos claros com diferenças profundas de visão.
Segundo fontes com acesso às negociações, o encontro só ganhou tração nas últimas semanas, após uma sequência de conversas técnicas entre diplomatas e ministros das duas equipes. Havia, até então, resistências dentro da própria administração americana quanto ao timing da reunião, principalmente pelo histórico recente de tensões comerciais e declarações públicas.
