
Grêmio pode receber R$ 100 milhões por joia na próxima janela
O Grêmio está próximo de receber a primeira grande investida da próxima janela de transferências. O alvo é Gabriel Mec, que se firmou como titular no meio-campo e já desperta interesse do futebol europeu. Segundo apuração, o Shakhtar Donetsk prepara uma proposta que pode chegar a 17 milhões de euros (cerca de R$ 100 milhões na cotação atual) pelo jogador de apenas 18 anos. O clube gaúcho ainda aguarda a formalização da oferta, mas já trabalha internamente com a possibilidade concreta de negociação.
Crescimento acelerado chama atenção
A valorização de Gabriel Mec acontece em ritmo acelerado. O jovem ganhou espaço no time principal nas últimas semanas e passou a ser peça frequente entre os titulares, mostrando capacidade de transição, intensidade sem a bola e boa leitura de jogo. Mesmo com pouca rodagem no profissional, o meia já aparece como um dos ativos mais valiosos do elenco, especialmente dentro de um contexto de necessidade financeira do clube para a temporada.
O interesse do Shakhtar não é recente. O clube ucraniano já havia sinalizado anteriormente com uma oferta de cerca de 12 milhões de euros, recusada pelo Tricolor. Agora, a tendência é de avanço nos valores, o que pode destravar a negociação. Internamente, a diretoria trata o tema com cautela, mas entende que propostas nesse patamar são difíceis de segurar, principalmente diante da realidade do mercado sul-americano.
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Pressão por vendas na janela
A possível saída de Gabriel Mec está diretamente ligada ao planejamento financeiro do clube. O Grêmio trabalha com a meta de arrecadar aproximadamente 25 milhões de euros na próxima janela para equilibrar o balanço de 2026. Isso coloca o jovem entre os principais candidatos a negociação, ao lado de outros nomes que também despertam interesse externo, como Viery, Pedro Gabriel e Noriega.
A política adotada passa por negociar ativos valorizados e, ao mesmo tempo, preservar competitividade esportiva. A decisão final dependerá não apenas do valor oferecido, mas também das condições de pagamento e possíveis gatilhos contratuais, como bônus por metas e percentual de venda futura. O clube ainda não definiu publicamente um valor mínimo, mas nos bastidores há consenso de que propostas próximas ao teto citado dificilmente serão recusadas.
