YURI EIRAS E LEONARDO VIECELI
FOLHAPRESS
Parte do público encontra dificuldade para acessar a praia de Copacabana, a duas horas e meia do início da apresentação, marcada para às 21h45 deste sábado (2). A dificuldade para acessar a avenida Atlântica, via da praia, é por conta do ponto de revista obrigatório, barreira policial instalada em 18 ruas de acesso.
Boa parte das barreiras policiais observadas pela reportagem tem fluxo tranquilo, mas aquelas instaladas mais próximas ao palco estão lotadas. Na rua Duvivier, bem próxima ao palco, a fila de cerca de 150 metros dobra a esquina. Vendedores ambulantes com barracas e isopores disputam espaço com os fãs.
A revista policial tem detectores de metal. A abordagem tenta coibir a entrada de garrafas de vidro e objetos cortantes, como garfos e facas.
A poucas horas para o início da apresentação, o público não segue a recomendação da prefeitura de priorizar uma das três estações de metro de Copacabana. A orientação, divulgada desde a quinta-feira (30), é para que os fãs priorizem o desembarque na Siqueira Campos, estação considerada de maior capacidade.
A Siqueira Campos, contudo, fica a 700 metros de onde está montado o palco. A estação Cardeal Arcoverde, a 350 metros do palco, é a mais lotada.
Agentes da Guarda Municipal e da Polícia Militar estão espalhados pela avenida Atlântica e pela faixa de areia de Copacabana. A operação conta com policiais que monitoram a movimentação de pessoas em torres colocadas na avenida.
O Centro de Operações da Prefeitura do Rio disse que há 318 câmeras no bairro de Copacabana, sendo 162 instaladas às margens da praia e em vias próximas.
